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Casos Build Angola e Jefran estão na agenda da PGR

O procurador-geral da República garantiu que a instituição está a trabalhar nos casos relacionados com os projectos habitacionais "Bem Morar” e "Quintas do Rio Bengo”, cujos promotores não concluíram as obras, lesando centenas de cidadãos.

30/12/2020  Última atualização 18H40
© Fotografia por: DR
Esses processos, acrescentou, estão mais adiantados. "Estamos a ver se encontramos algumas formas de se resolver essa questão, no sentido de minimizar o sofrimento e prejuízos que os cidadãos tiveram”, sublinhou.
O caso Jefran, disse, está a ser trabalhado, embora ainda esteja num momento incipiente. Hélder Pitta Grós falou também sobre a vandalização dos templos da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), tendo considerado mais um caso complexo, porque não aconteceu apenas em Luanda.
Em todo o país há templos que foram apreendidos, fechados e há processos que  decorrem nas outras províncias. "Estamos a trabalhar nestes processos e vamos ver se conseguimos chegar a um fim o mais rápido possível”, frisou.
Questionado se não havia uma certa letargia da PGR em alguns casos, Hélder Pitta Grós limitou-se a ripostar que "as pessoas dizem muitas coisas”. "Não podemos trabalhar de acordo com aquilo que as pessoas dizem, mas de acordo com as nossas capacidades , meios técnicos e humanos”, disse.
Sobre uma alegada postura parcial e selectiva da Procuradoria-Geral  da República, no tratamento dos processos, o magistrado do Ministério Público esclareceu que "há processos que são mais facilmente instruídos do que outros”. "Os mais complexos levam mais tempo e os menos complexos levam menos tempo”, sublinhou.

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