Política

China quer investir na indústria e pescas

A República Popular da China manifestou, ontem, a intenção de investir mais em Angola nos sectores da indústria, agrícola e pescas, com vista a aumentar a produção nacional e garantir mais postos de trabalho.

19/11/2020  Última atualização 12H20
Segundo o embaixador da China, Gong Tao, que foi recebido, ontem, pela presidente da 3ª Comissão da Assembleia Nacional, Josefina Diakité, caso se concretize a intenção, Angola vai exportar a sua produção nacional para o mercado chinês, que por sua vez conta com um número considerável de habitantes de classe média, com uma procura de consumo cada vez maior.

O diplomata garantiu que a cooperação económica e comercial na área de investimento vai continuar forte, impulsionando o desenvolvimento das relações de amizade e de parceria estratégica.  
Em declarações à im-prensa, Gong Tao elogiou as reformas em curso e realçou que o Executivo está a promover abertura para um ambiente de investimentos e proporcionar melhores condições aos empresários.

Os empresários chineses, acrescentou, estão atentos a estas reformas e avanços em termos de políticas.
Durante a audiência, foi passada em revista a cooperação entre os Parlamentos dos dois países. Foi aventada a hipótese de se organizar reuniões por videoconferência entre os responsáveis das duas Assembleias e a partilha de experiências sobre o funcionamento dos órgãos legislativos.

Cuba

Ainda ontem, a presidente da Comissão de Relações Exteriores, Cooperação In-ternacional e Comunidades Angolanas no Estrangeiro, Josefina Diakité, recebeu, em audiência, a embaixadora de Cuba, Esther Armanteros Cárdenas.
A diplomata cubana manifestou o interesse de fortalecer cada vez mais as relações entre os dois Parlamentos.
O encontro, disse,  serviu para manter os laços e intercâmbios habituais com a Assembleia Nacional de An-gola e com a secretaria de Relações Exteriores .

Edna Dala

Jornalista

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