Política

Estado quer rentabilizar unidades têxteis do país

A atribuição do direito de exploração e gestão das três unidades têxteis, nomeadamente, Textang II, Comandante Bula e África Têxtil resultaram de concurso público, esclareceu, ontem, o secretário de Estado das Finanças e Tesouro e coordenador do grupo técnico do Programa de Privatizações, Osvaldo João.

21/10/2020  Última atualização 10H10
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Segundo Osvaldo João, que falava à Rádio Nacional de Angola, trata-se de um concurso público para identificar entidades que combinem capacidade técnica e financeira capazes de repor o funcionamento das fábricas a curto prazo.
Segundo o governante, a prioridade do Estado é rentabilizar estas empresas, re-cuperar o investimento e prepará-las para o possível processo de privatização, num ambiente de mercado mais competitivo.

"Ao invés de preferirmos lançar a venda pura e dura do activo, preferimos adjudicar na modalidade de concessão para gestão. Isto permite, exactamente, fazer que se combine a necessidade de dinamizar a economia”, observou o governante, citado pela Angop.

No entender do secretário de Estado, a referida estratégia vai permitir que os activos que estavam parados comecem já a ter alguma actividade, sem desprimor do facto do valor maior ser recebido pelo Estado, mais tarde.
Para pequenos activos, acrescentou, as perdas não são muito relevantes, se privilegia a venda a pronto pagamento e o aumento da actividade económica destes activos.

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