Quando, depois de três derrotas, Lula foi eleito pela primeira vez, em 2002, Presidente do Brasil, eu disse a um velho amigo, que participara na luta contra a ditadura militar imposta em 1964 e que, por isso, estava eufórico com o acontecimento, que o líder do PT não tinha sido eleito para “fazer a Revolução” (socialista), mas para tentar civilizar e modernizar o capitalismo brasileiro, criando no país um estado social. Isso já seria um tremendo avanço histórico.
O decreto de 14 de Agosto de 1845, que, em Angola, oficializa o ensino público, procurou dar essencialmente satisfação às exigências da chamada população “civilizada”, ou seja, aos portugueses e seus descendentes.
Depois das celebrações da Sexta-feira Santa e do Dia da Paz, renovam-se os desafios para que os angolanos continuem a valorizar os ganhos resultantes daquele último, persistam em pautar a conduta política e cívica em conformidade com as leis, valores e tradições, bem como promovam a convivência na adversidade.
O retrato artístico é um género das artes visuais e plásticas, susceptível de ser tratado, por exemplo, em pintura, em escultura ou na fotografia, entre outras manifestações da arte, com as suas especificidades: o conhecimento do modelo a retratar, a sua história e a sua personalidade, o seu gosto e o seu perfil emocional e psicológico, incluindo o que eles representam deve estar no centro da obra.
Por iniciativa da LAC, especialmente do jornalista José Rodrigues, tivemos a felicidade de acompanhar, em diversos meios de comunicação social, para além da própria rádio LAC, a série de reportagens “Andar o País”, que nos deixaram globalmente entre a esperança e o desânimo.
A palavra “paz” tem sido, nos últimos dias, muito pronunciada por diferentes sectores da sociedade, que estão interessados em que os actores que devem contribuir para a preservar ajam no sentido de uma verdadeira reconciliação nacional, num contexto em que se está a consolidar a democracia multipartidária.
Mesmo antes de ser famosa no bairro, já tinha conquistado a simpatia dos vizinhos mais próximos. Todos a tratavam por Mãe Paulina. E era assim entre crianças, jovens e adultos. O mais engraçado é que, até gente com maior idade que ela também a considerava da mesma forma. Talvez, muitos kotas da banda não soubessem que ela tinha só 58 anos!