A angolofobia, muitas vezes (mal) disfarçada, embora antiga, que se avolumou logo aos primeiros sinais da queda do regime colonial, reacendeu-se, agora, designadamente em Portugal, com manifestações, inclusive de auto-apregoados defensores de Angola.
A semana passada, depois de acabar um romance, dei férias e vi muito televisão mudando de canal para canal e cada vez mais encontrando coincidência com a política e os filmes de violência que assaltam a noite com aquela luzinha vermelha no canto superior do écran a convidar o que é proibido.
Temos a notícia de que o sector agrícola tem absorvido a maior parte do crédito à produção, o que pode significar que nos próximos tempos poderemos assistir a um aumento da actividade produtiva no campo, com repercussões positivas na vida, não só dos camponeses, mas também dos consumidores.
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Nos tempos de crise que vivemos e que afectou empresas no nosso país, estando muitas delas paralisadas, por falta de liquidez para fazer face a despesas diversas, o acesso rápido ao crédito bancário constitui uma das vias para que a produção seja reactivada.
Um grupo selectivo de cidadãos angolanos que foram afectados nos seus interesses económicos pelos novos ventos que sopram no país, à medida que se aproximam as eleições, num desespero sem limites, mais esforços fazem para tentar encontrar aliados que os possam ajudar a resistir à consolidação da inevitável mudança e com ela à perda irreversível das regalias anteriormente obtidas e que a justiça se está a encarregar de nos dizer se foram legal ou ilegalmente conseguidas.
A embaixadora Maria de Fátima Jardim assumirá, por Angola, a vice-presidência da 167ª sessão do Conselho da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em representação de África.
A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) aprovou, ontem, o mandato da Missão da Força em Estado de Alerta da organização para apoiar Moçambique no combate ao terrorismo e actos de extremismo violento em Cabo Delgado.
O secretário do Estado para o Petróleo e Gás, José Alexandre Barroso, visitou, no início da semana, o local onde está a ser construída a Refinaria de Cabinda, cujas obras decorrem de acordo com o cronograma de implementação, tendo afirmado, na ocasião, que o ritmo de construção permite comprovar que em meados de 2022 a refinaria será inaugurada e entrará em funcionamento, isso numa altura em que o Estado aprovou o pacote de benefícios fiscais do investimento.
O Presidente da República, João Lourenço, voltou a defender, ontem, o levantamento do embargo de armas que pesa sobre o Governo legítimo da República Centro Africana, exortando o Conselho de Segurança das Nações Unidas a ser justo com um país “que se sente amordaçado por uma medida que já não se coaduna com a situação hoje vigente”.
O Ministério da Indústria e Comércio (MINDCOM) quer fomentar o processo de industrialização e comercialização da mandioca como um produto versátil e de ampla utilização na alimentação humana, animal e para uso na Indústria, tornando Angola um País líder da cadeia produtiva da Mandioca e seus derivados a nível continental e mundial.
“Reino do Kongo: Em busca do reino destruído”, filme do realizador Ne Kunda Nlaba, estreia no sábado, às 16h00, no auditório da Mediateca de Luanda, resultante de um trabalho de pesquisa desenvolvida pela equipa do realizador, que é descendente do antigo Reino.
Pelo menos 68 efectivos de distintos órgãos do Ministério do Interior (MININT), na província do Cuando Cubango, foram, terça-feira, na cidade de Menongue, promovidos aos graus de oficiais superiores, subalternos, agentes de primeira e segunda classe, durante um acto presidido pelo governador provincial, Júlio Bessa.