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Polícia Nacional instala adidos na região austral

A Polícia Nacional começou a instalar a figura de adidos de polícias angolanos nos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), fruto da aprovação do Estatuto do Polícia, revela o director de Intercâmbio da corporação, comissário Rui Cardoso

03/03/2021  Última atualização 09H11
Polícia Nacional começou a instalar a figura de adidos © Fotografia por: DR
O comissário, que falava em entrevista à Revista Tranquilidade, da Polícia Nacional, edição especial, em alusão ao 28 de Fevereiro, data de aniversário da corporação, avançou que, nesta primeira fase, a prioridade recai para a região austral  e as organizações internacionais.
Rui Cardoso informou que, actualmente,  três adidos já se encontram em pleno desempenho de funções e outros nomeados encontram-se ainda no país, por conta da pandemia da Covid-19.

"Temos dois adidos junto da União Africana e da Afripol. Temos ainda em funcionamento o nosso adido de polícia junto da nossa missão permanente nas Nações Unidas, em Nova Iorque. A nossa previsão é que, tão logo as coisas melhorem, a partir deste ano  comecemos a enviar os nossos adidos, privilegiando primeiro os países que, também, já tem cá os seus adidos de polícias residentes”, explicou.

O comissário assegurou que, terminada a primeira fase, a Polícia Nacional vai estender o seu raio de acção para as organizações internacionais de Polícia, como a Interpol, Europol e outras.
Ao referir-se ao papel de Angola na Organização dos Chefes de Polícias da Região Austral (SARPCCO), Rui Cardoso lembrou que a intervenção da Polícia Nacional na organização remonta ao ano de 1995, altura que a organização foi criada.

"É uma espécie de uma Nação dos países da linha da frente, que ao notar que a globalização e a abertura das fronteiras começaram a trazer um novo tipo de criminalidade, decidiram criar a organização, para facilitar a troca de informações a nível da investigação criminal, formação, assessoria jurídica,  empoderamento e promoção da mulher", concluiu o Rui Cardoso.

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