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Potencial para formar três selecções capazes de ganhar

No capítulo competitivo, os holofotes estão projectados na superavitária França, quanto à qualidade dos seus efectivos, o que leva os denominados “Les Bleus” a serem considerados favoritos incontestados à conquista do troféu perdido em 2016, diante de Portugal, campeão improvável consagrado pelo tento solitário de Éder, para a tristeza dos adeptos anfitriões que lotaram a grande catedral da capital francesa.

11/06/2021  Última atualização 07H55
© Fotografia por: DR
O campeão do mundo esbanja robustez da baliza ao banco de suplentes. Da lista dos 26 jogadores chamados, mais três de modo a acautelar eventuais casos positivos da Covid-19, Didier Deschamps dispõe de fartura em todas as posições, facto que chegou mesmo a motivar uma espécie de troca de gracejos entre o seleccionador e José Mourinho, após o renomado técnico português ter afirmado que a abundância de atletas de excelência permite à França formar três selecções. 

Talvez a sacudir a pressão dos seus pupilos, pois Portugal faz parte do Grupo F, integrado igualmente pela Alemanha e Hungria, Deschamps disse a Mourinho que chegou a pensar o mesmo do plantel do Tottenham, que no entanto ficou distante do pódio em Inglaterra. Porém, à parte as picardias, a verdade mostra que em todas as posições o campeão do mundo de 1998, ao lado de Zidane e Thierry Henry, tem mais de um jogador de topo. Na baliza destacam-se Hugo Lloris (Tottenham), Steve Mandanda (Olympique de Marselha) e Mike Maignan (Lille), atrás de uma fortaleza formada Benjamin Pavard (Bayern de Munique),  Lucas Hernández (Bayern de Munique), Lucas Digne (Everton), Raphaël Varane (Real Madrid), Kurt Zouma (Chelsea), Presnel Kimpembe (Paris Saint-Germain), Clément Lenglet (Barcelona) e Jules Koundé (Sevilla). O meio-campo, a "sala de máquinas”, é liderado por N’Golo Kanté (Chelsea), um dos maiores "desejos de consumo” dos grandes emblemas europeus, apoiado por Paul Pogba (Manchester United), Adrien Rabiot (Juventus), Corentin Tolisso (Bayern de Munique), Moussa Sissoko (Tottenham) e Thomas Lemar (Atlético de Madrid). 

De tanta força disponível, o ataque tem no banco talentos com pergaminhos para serem titulares nas equipas concorrentes. Marcus Thuram (Borussia Mönchengladbach), Kingsley Coman (Bayern de Munique), Kylian Mbappé (Paris Saint-Germain), Antoine Griezmann (Barcelona), Olivier Giroud (Chelsea), Karim Benzema (Real Madrid), Wissam Ben Yedder (Mônaco) e Ousmane Dembélé (Barcelona) são opções ofensivas de Dechamps, que tem o regressado goleador madridista em dúvida para estreia diante da Alemanha, por limitações físicas.  HS

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