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Primeiras obras do PIIM ficam concluídas em Maio

As primeiras infra-estruturas que estão a ser construídas no município de Cambulo, província da Lunda-Norte, no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), ficam concluídas em Maio próximo.

11/01/2021  Última atualização 12H45
Ravina de grande dimensão ameça impedir obras do PIIM © Fotografia por: Edições Novembro
A garantia foi dada, sábado, à imprensa, pelo director do Gabinete Provincial de Infra-estrutura e Serviços Técnicos, Noé Chipoia, no final da visita de constatação que o governador provincial, Ernesto Muangala, efectuou a algumas obras do município, entre as quais escolas e centros hospitalares.

 Noé Chipoia  afirmou que as obras estão a decorrer de acordo com datas estabelecidas nos  contratos  entre a Administração Municipal e os empreiteiros. "O balanço  é satisfatório, tendo em conta a execução física das obras  é de 40 por cento, o que nos faz acreditar que teremos as escolas já concluídas ainda neste ano lectivo ", disse.

O responsável destacou que as infra-estruturas escolares contemplam, laboratórios, bibliotecas, quadras polidesportivas e áreas de lazer. Com a construção de mais, segundo Noé Chipoia   mais de mil alunos vão ser inseridos no subsistema de ensino primário e  do I  ciclo do ensino secundário.

Ainda no quadro do PIIM, estão em construção no município, nas localidades do Muaquesse, Itanda e Kaque-ma várias infra-estruturas para serviços básicos. O Executivo aprovou  dois mil milhões e 47 mil kwanzas  para os trabalhos do PIIM em Cambulo.

Ravinas

O director provincial de  Infra-estruturas  e Serviços Técnicos disse que o Governo da província  está a "envidar esforços” para travar a progressão da ravina que ameaça destruir  o  troço  que  liga os municípios do Cambulo e Chitato, na  Estrada Nacional 180 A.
"Tão logo as construtoras que  estão a operarem na província retomem  as actividades interrompidas para as férias colectivas, serão mobilizadas máquinas para as obras que vão impedir a progressão da ravina”, afirmou Noé Chipoia. 

O director disse que a referida ravina surgiu em consequência das águas das fortes chuvas que assolam à região.  "Temos de impedir que a ravina destrua a via, na Estrada Nacional 180 A, para que a circulação de pessoas e bens continue com normalidade”, frisou.

Victorino Matias | Dundo

Jornalista

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