Política

UNITA condena agressão contra agentes da Polícia

A UNITA condenou, ontem, a atitude de jovens que agrediram um agente da Polícia Nacional, em plena via pública, na cidade de Cabinda.

01/05/2021  Última atualização 14H50
Comité Permanente da Comissão Política da UNITA © Fotografia por: DR
Em nota, o Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA diz que tomou conhecimento, através das redes sociais, de imagens condenáveis e inaceitáveis, em que são vistos jovens a agredirem um agente da Polícia Nacional em Cabinda.

Devido ao ocorrido e porque as agressões tiveram lugar na via pública, a UNITA espera que a Procuradoria-Geral da República despolete os mecanismos legais e leve os jovens agressores às barras do Tribunal, a fim de responderem criminalmente pelos seus actos. Outro caso de agressão contra agentes da Polícia Nacional aconteceu na província da Huíla.  "A UNITA solidariza-se com os agentes da ordem agredidos em plena rua e louva a atitude dos mesmos de não terem feito justiça por mãos próprias”.

Condolências
Numa outra nota, o Secretariado-Geral da UNITA manifestou profunda consternação pela morte do general Arlindo Samuel Kapiñala "Samy”, antigo vice-chefe do Estado Maior das ex-FALA, ocorrida no dia 28 de Abril. A nota salienta que o malogrado se destacou em várias unidades de combate das ex-Forças Militares da UNITA, tendo participado na negociação do Memorando de Entendimento do Luena.


 Proposto debate sobre situação social
O Grupo Parlamentar da UNITA vai propor um debate  à Assembleia Nacional  para  se discutir o actual quadro social e económico da província de Luanda, que considera "crítico”.  A intenção foi anunciada, ontem, pelo presidente da bancada, Liberty Chiyaca, no fim das jornadas  nas comunidades.

Liberty Chiyaka avançou que o partido vai remeter, ao presidente da Assembleia Nacional,  um memorando sobre as principais constatações nos nove municípios e contribuições para se reverter o actual quadro social de Luanda. O documento, disse, vai ser partilhado com o Governo Provincial e com o Central.
Liberty Chiyaka reafirmou que as autarquias continuam a ser a solução para os principais problemas de que enfermam a capital angolana e não só.

O político lembrou que "do ponto de vista da Constituição já está claro e não pode ser o Presidente da República  a resolver o problema de um município, tão pouco a governadora provincial”.
A actividade, que arrancou no dia 28 de Abril, encerrou ontem, no município do Cazenga.
Edna Dala

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