A Rainha da Nação Zulu e esposa do recém-falecido Rei, Goodwill Zwelithini, morreu inesperadamente, anunciou, ontem, o Palácio real.
Rebeldes da Frente para a Alternância e Concórdia no Tchad (FACT) anunciaram, ontem, terem abatido um helicóptero do Exército governamental, durante os confrontos nos arredores de Kanem, a Norte de N'djamena, noticiou a Panapress, no dia em que chegou à capital tchadiana uma delegação da União Africana e quando o líder da oposição política voltou a disponibilizar-se para um diálogo que tem sido recusado pelos militares.
Destacadas personalidades norte-americanas saudaram a condenação do ex-agente policial Derek Chauvin por todos os crimes de que era acusado no julgamento do homicídio do George Floyd, e pedem agora novas medidas que assegurem igualdade para os afro-americanos.
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O Governo moçambicano garantiu, ontem, à Total, durante reuniões em Maputo, “total empenho” para restabelecer a segurança em Cabo Delgado, no Norte do país, visando a retoma do projecto de gás da petrolífera, disse à Lusa uma fonte do Executivo.
O ministro das Obras Públicas e Ordenamento do Território, Manuel Tavares de Almeida, defendeu, ontem, em Luanda, que o Instituto Nacional da Habitação deve estar organizado para impedir que haja pessoas com mais de uma casa nos projectos habitacionais do Estado.
Denise Kanganda é pseudónimo literário de Denise Joana da Silva Pedro, nascida a 11 de Março de 1984, no Lobito, “mas com identidade de Luanda”, filha de José Armando Pedro e Júlia Bernardo da Silva, ambos de Malanje.
As cartas podem ser classificadas como género literário ou não? Pode a epistolaridade ser digna de tratamento no âmbito da teoria do texto do autobiográfico? As perguntas podem ter respostas, se tivermos em atenção o facto de a glorificação do indivíduo, em detrimento da comunidade, corresponder hoje a um modo de vida.
A radialista Lídia Marta Vindula é, actualmente, responsável pela área da Realização de Programas da Rádio Huíla. Mãe de tres filhos, o seu sonho é ser uma referência na comunicação social do país. Em entrevista ao Jornal de Angola, Lídia Vindula confidenciou que sonhava ser cantora, mas a vocação pelo jornalismo falou mais alto.