26 de Abril de 2020 foi quando dissemos as nossas primeiras palavras aqui neste espaço, empreendendo uma caminhada que coincidia com o início da crise mundial da CoViD-19, há um ano atrás.
Detesto a mentira mesmo quando mascarada com meias verdades, a falta de carácter dos biltres, a ausência de educação que fere com palavras ou gestos, e o oportunismo do arrivista que faz tudo para ter sucesso, tal como não gosto de gente que, nos meandros podres da política, se movimenta em cima de muros, presa por cordas, em equilíbrios de malabaristas de circo. É difícil saber para que lado caem.
Tratados e pactos são, genericamente, acordos ou convénios entre países. Podem ser entre dois (bilaterais) ou entre vários (plurilaterais).
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No Dia do Trabalhador, ontem assinalado em todo o mundo, vi e ouvi várias manifestações e desejos em homenagem àqueles que, de forma empenhada, tudo fazem para, com o seu trabalho, melhorar a vida dos outros, antes de pensarem na própria riqueza.
Entre os sonhos e os sonhos que descontroladamente me acontecem, qual evoluirá ou passará de um estágio para outro? Qual? Qual evoluirá ou passará do estágio onírico – a tundavala mais profunda para o plano real – palpável e demonstrável? Ser uma matriz de verificação após inferir ou deduzir hipóteses? Por vezes dou por mim num retiro, num lugar totalmente distante do que se possa imaginar, sem vivalma alguma... bem longe da agitação e disputa atiçada pela vida urbana.
A certa altura da vida, quando já ensaiávamos uns escritos para este Jornal, demo-nos conta de nunca ter aprendido a falar com a devida fluência uma língua nacional. Sempre sentimos alguma inveja de outros miúdos da minha idade que conseguiam conversar com os mais velhos sem muitas dificuldades.
O ministro das Obras Públicas e Ordenamento do Território, Manuel Tavares de Almeida, defendeu, ontem, em Luanda, que o Instituto Nacional da Habitação deve estar organizado para impedir que haja pessoas com mais de uma casa nos projectos habitacionais do Estado.
Denise Kanganda é pseudónimo literário de Denise Joana da Silva Pedro, nascida a 11 de Março de 1984, no Lobito, “mas com identidade de Luanda”, filha de José Armando Pedro e Júlia Bernardo da Silva, ambos de Malanje.
As cartas podem ser classificadas como género literário ou não? Pode a epistolaridade ser digna de tratamento no âmbito da teoria do texto do autobiográfico? As perguntas podem ter respostas, se tivermos em atenção o facto de a glorificação do indivíduo, em detrimento da comunidade, corresponder hoje a um modo de vida.
A radialista Lídia Marta Vindula é, actualmente, responsável pela área da Realização de Programas da Rádio Huíla. Mãe de tres filhos, o seu sonho é ser uma referência na comunicação social do país. Em entrevista ao Jornal de Angola, Lídia Vindula confidenciou que sonhava ser cantora, mas a vocação pelo jornalismo falou mais alto.