Sociedade

Programa promove inclusão social

Mais de 40 adolescentes e jovens vulneráveis dos bairros da cidade do Lubango concluíram, ontem, os cursos de formação profissional de informática e gestão comportamental, à luz do projecto de Inclusão Digital, promovido pelo Centro Comunitário “Criança Feliz”.

23/01/2021  Última atualização 13H45
© Fotografia por: DR
Os finalistas formados no Centro Comunitário do bairro Comandante Cowboy, arredores do Lubango, receberam certificados depois de terem frequentado o curso de informática na ótica de utilizar, programação avançada e gestão de comportamentos e de tempo.O director do projecto "Criança Feliz”, Anderson Costa, explicou que a iniciativa, lançada há seis anos, visa a integração social de crianças, adolescente e jovens desfavorecidos em actividades úteis, como formação profissional de mais de 30 cursos disponíveis no centro.

Anderson Costa informou que os cursos profissionais, ministrados com apoio de vários parceiros e com a autenticação do Instituto Nacional de Formação Profissional (INEFOP), surgem com vista a estimular o empreendedorismo, auto emprego, combate à pobreza e, sobretudo, promover a inclusão social."O acto de hoje (ontem) que culmina com a entrega de diplomas serve para valorizar o esforço dos adolescentes e jovens que desejam aprender mais, ter acesso ao mercado e criar oportunidade de auto emprego”, afirmou.

O responsável disse que, além deste grupo que concluíram a formação, outras 150 pessoas, entre  crianças e adultos, beneficiaram de cursos gratuitos, ministrados nos três centros espelhados nas comunidades vulneráveis da cidade do Lubango. Anderson Costa informou que o programa "Criança Feliz” está, também, virado para a concessão de micro-crédito, atribuindo de 35 mil kwanzas para os pais de crianças desfavorecidas, de modo a desenvolverem pequenos negócios que sirva de fonte de renda e de sobrevivência das famílias.

O director do programa "Crianças Feliz" disse que, tendo em conta o baixo nível de escolaridade, os adultos contemplados com micro-crédito recebem aulas de alfabetização e formação sobre gestão de pequenos fundos e outros. "Os beneficiários frequentam primeiro aulas de alfabetização e são instruídos as competências básicas de gestão de finanças pessoais e só depois seguem para as actividades mercantis”, frisou. 

Domingos Mucuta | Lubango

Jornalista

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