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SENEGAL: Guterres preocupado com a violência registada em Dakar

O Scretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, está “muito preocupado” com a recente violência verificada na capital senegalesa que se seguiu à detenção do opositor Ousmane Sonko, anunciou, ontem, o seu porta-voz, citado pela AFP.

07/03/2021  Última atualização 14H39
António Guterres, secretário geral da ONU © Fotografia por: DR
"O Secretário-Geral da ONU apela a todas as partes no Senegal para que evitem um agravamento da da situação”, acrescentou o porta-voz, Stéphane Dujarric, na conferência de imprensa diária após ter sido questionado sobre a violência registada na capital senegalesa, Dakar.
"As manifestações devem permanecer pacíficas e as forças de segurança e policiais devem agir sempre em conformidade com os direitos humanos internacionais”, em particular "permitir que os manifestantes expressem a sua opinião e vontade”, disse o porta-voz.
A capital senegalesa, Dakar, foi ontem palco de conflitos entre as forças de segurança e centenas de jovens, dois dias depois da detenção do principal opositor do Governo, Ousmane Sonko, cuja custódia foi prolongada durante a tarde.


RDC
Posse do novo presidente
do Senado consolida o
poder de Félix Tshisekedi

 Modeste Bahati Lukwebo, eleito a meio da semana para o cargo de presidente da Câmara Alta do Parlamento da República Democrática do Congo (RDC), por 89 votos de um total dos 109, tomou posse sexta-feira, consolidando dessa forma o "núcleo duro” de apoio ao Presidente Félix Tshisekedi, noticiou a AFP.
Modeste Bahati substitui Alexis Thambwe Mwamba, um velho aliado de Joseph Kabila que se demitiu a 5 de Fevereiro, depois de várias pressões dos seus colegas que o acusam de ter desviado dois milhões de euros destinados à instituição que dirigia.
A maioria absoluta, agora obtida pelo actual apoiante do Presidente Félix Tshisekedi, era previsível já que resultou de uma aliança  entre os vários membros da União Sagrada para a Nação, uma iniciativa lançada pelo Chefe do Estado congolês, e que visou afastar os aliados de Kabila, nomeadamente Jeannine Mabunda (Assembleia Nacional) e Ilunga Ilunkamba (Primeiro-Ministro), além de Alexis Mwamba (Senado).

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